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A importância do design no e-commerce

Se ainda existe alguém que pensa que o design serve apenas para deixar as coisas “bonitinhas”, por favor, peça para que ela estude mais sobre o assunto. Principalmente se houver envolvimento com a internet. No e-commerce o design é muito mais do que a aparência. Ele é uma ferramenta poderosa na tarefa de atrair, converter e fidelizar. Assim como o conteúdo, o design é peça chave.
Por isso, vamos falar da importância de um trabalho adequado com o design do seu e-commerce para aumentar as visitas, ampliar o alcance e, porque não, melhorar as vendas.
 

Velocidade de carregamento

Como já falamos ali em cima, uma página com muitos elementos gráficos fica carregada não apenas para a visão, mas também para ser carregada. E quanto mais tempo demora para uma página abrir, maior a chance do e-consumidor fugir dela. O Google, por exemplo, carrega em menos de um segundo, justamente por ser uma página com design clean, leve. Se a sua demora mais de três segundos, talvez seja melhor avaliar mudanças. Além disso, o Google também considera a velocidade de abertura em suas buscas. Ou seja, quanto mais rápido a página carrega, maior a chance de aparecer nas primeiras páginas nas buscas.
 

Experiência do usuário - UX design

Aqui vamos um pouquinho além da rapidez com que a loja virtual é carregada. O seu consumidor não quer sentir incômodo ao entrar no seu e-commerce. Por isso, ofercer a ele a melhor experiência é fundamental. Cuidado com o excesso de informação na página e prefira usar elementos simples e cores neutras. É importante também evitar um amontoado de coisas. Produtos, links, contato, etc... Todos muito juntos. Não tenha medo de dar um espaço entre elas, mesmo que isso deixe espaços em branco.
 
Use textos curtos e rápidos para serem lidos. Inclua neles as palavras-chaves e deixe as informações detalhadas para uma descrição completa, na página do produto que o cliente escolher.
 

Segurança

Isso é um dos principais pontos analisados por um e-consumidor. Ninguém gosta de fazer uma compra e não receber ou receber uma surpresa desagradável. Por isso, aposte nos elementos de confiança, como selos digitais de seguranças, depoimentos de usuários, contato e endereço fáceis de serem localizados e links das principais redes sociais. Aqui vale incluir os links com os logos das redes, que são identificados mais rapidamente. A maioria dos consumidores da sua loja virtual vai querer consultar suas redes, afinal são grandes as chances de encontrar lá as reclamações, críticas e elogios.
 
Essas são apenas algumas dicas para vocês melhorar o design do seu e-commerce, visando sempre oferecer a melhor experiência para o usuário e, com isso, tentar decolar as vendas       Precisando de um bom UX design para seu e-commerce? Conheça algumas das Yebo Partner: ADD+ Agência, Studio Monocromo, Raes Web Studio, Rockett, Tboom.net, Superteia. Seja um Yebo Partner, clique aqui. logo-yebo-partners

O Inbound invade o e-commerce

Falar em Inbound Marketing ainda causa um pouco de estranheza em algumas pessoas e profissionais da área. Por mais em alta que esteja, tratar desse conceito e aplica-lo no dia a dia pode ser uma tarefa um pouco complicada. Mas e o Inbound Commerce? Qual a diferença para o seu “irmão” marketing? E o que ele tem a ver com e-commerce?   Sim, estamos tratando de dois termos muito comuns, principalmente para quem lida com vendas online, os famosos e-commerce. Neste texto vamos tentar mostrar um pouco do que o Inbound pode fazer para alavancar a sua loja virtual. Seja o “marketing” ou o “commerce”, os dois podem ser grandes aliados nessa luta diária e constante por novos e-consumidores e novas vendas.  

Inbound Marketing

Fica meio difícil definir o que é Inbound Marketing de maneira simples e resumida, mas vamos expor algumas diferenças para tentar deixar essa definição mais clara. O Inbound Marketing (ou novo marketing, como também é conhecido) é uma ideia recente, ainda não muito difundida, embora bastante estudada. A ideia aqui é atrair o interesse do cliente, em vez de apenas conquistar mais uma venda. Neste último caso, temos um exemplo do Outbound Marketing – ou velho marketing.   O conceito foca na evolução do consumidor. Mais do que comprar seu produto, ele quer que seu produto, sua loja (seja ela virtual ou não) e sua marca lhe desperte interesse. Aqui podemos explicar de uma outra maneira, com o foco em atrair, converter (em vendas), fechar e encantar. Apesar de trabalhar em várias cadeias da produção e da venda, o Inbound Marketing pode acabar custando a metade do que o Outbound.   O objetivo também é conquistar mais clientes e mais vendas, mas não apenas isso. Engajá-los, oferecendo um conteúdo atrativo, que os faça aprender ou conhecer um pouco mais sobre determinado assunto, é uma ótima alternativa. Desta forma, não ganhe apenas mais um cliente, mas sim um fã. Acredite, vale muito mais. O cliente pode fazer uma indicação, mas um fã com certeza o fará.  

Inbound Commerce

Bom, já mostramos um pouco do que é o Inbound Marketing. Agora partimos para seu “irmão”, o Inbound Commerce. Não é um exagero dizer que os conceitos realmente são bem próximos, uma vez que o segundo é, praticamente, uma variação do primeiro, mas voltado exclusivamente para a internet e as lojas virtuais.   Quem trabalha com e-commerce busca, muitas vezes, fazer uma análise rasa a respeito do comportamento do seu consumidor: ou compra, ou não compra. Mas os que não compram, o que fazem? O Inbound Commerce tem o objetivo de explicar isso e, com as informações, tentar converter essas visitas em novas vendas.   Alguns passos são importantes neste processo. Primeiro, o cliente reconhece um problema, depois considera as opções para, só então, decidir pela compra. E como a grande maioria acaba estacionando nas duas primeiras fases, talvez um empurrãozinho possa converter esse visitante em cliente. Esse incentivo pode ser em forma de novidades frescas por e-mail ou até um cupom de desconto. Afinal, quem não gosta de um descontinho extra, não é mesmo?   É claro que em apenas um texto seria praticamente impossível explicar e mostrar todas as vantagens e diferenças do Inbound Marketing e Inbound Commerce. Por isso, se você tiver alguma dúvida específica, pode mandar para que a gente discuta em novos posts aqui no blog.   Caso queira conhecer uma ferramenta que promete revolucionar o modo de segmentar, automatizar régua de relacionamento e aumentar a retenção dos seus clientes, segue dica: http://aidaxbi.com/pt aidaxbanner  

Pensando em abrir um e-commerce?

Empreender é o sonho de muita gente. E a internet é um universo grande e com espaço para (quase) todo mundo. Mas se seu plano é abrir um e-commerce, vamos falar algumas coisas importantes antes de você buscar um lugar ao sol na internet.

 
Aprender como funciona o sistema de compras e vendas online é o primeiro e mais importante passo no início do planejamento da sua nova loja virtual. Neste texto vamos dar dicas necessárias para não cair em uma furada e acabar entrando para a assustadora estatística de um e-commerce fechado a cada minuto no Brasil (de acordo com o Sebrae).
 
Informe-se
 
Saber as leis às quais seu e-commerce está sujeito, as obrigações como empresário e todos os processos que envolvem a venda pela internet são essenciais desde o princípio do início, assim, redundante mesmo. Inclusive, a alteração no regime do ICMS está afetando os comércios virtuais, como já dissemos ali em cima. Antes de planejar qualquer negócio, saber do que você vai precisar e o que vai enfrentar lá na frente é o passo mais importante.
 
Planeje
 
Já sabe de tudo? Vai dar sequência à ideia? Então agora é a hora de planejar. Veja o que vai vender, de que maneira, quanto vai ter de investir, quando espera ter o retorno... Todos os fatores que são planejados antes da abertura de qualquer empreendimento também valem para as lojas virtuais.
 
Conheça seu cliente Busque, pesquise, estude... saiba o que seu e-consumidor quer e também como ele quer. Depois, ofereça benefícios e incentivos para que ele compre com você. E atenção! Não conhecer o cliente pode ser o primeiro passo para o fracasso.
 
Vantagens e diferenciais
 
Por que comprar no seu e-commerce e não na concorrência? Essa primeira pergunta pode determinar o sucesso ou a derrocada do seu e-commerce. Se algum produto ou serviço oferecido é exclusivo ou uma novidade, destaque isso. Mas é importante ter certeza de que aquilo realmente não existe em outro lugar. E acredite, isso é bem difícil nos dias de hoje.
 
Cuidados Cuidar é algo amplo neste tipo de empreendimento. É necessário estar alerta antes, durante e depois das vendas. Antes, verifique se tudo está certo. Teste sua plataforma e busque um fornecedor que te garanta estabilidade. Se seu site não entrar, você não vai vender. Durante, observe as informações que constam em cada produto. Um erro e a reputação do seu e-commerce estará em jogo, além de poder gerar um enorme prejuízo. Depois, dê atenção ao cliente. Procure saber se ele gostou do que comprou, se ele indicaria a loja virtual para algum conhecido e até se tem alguma reclamação a fazer. Lembrem-se: críticas construtivas são sempre bem-vindas.
 
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A crise chegou no e-commerce?

Sim. Seria hipocrisia dizer que não, porém, nunca podemos esquecer das vantagens competitivas do e-commerce. Sim, elas existem. Não é mito, nem papo de marqueteiro. Já dissemos e gostamos de repetir: o e-commerce é a loja dos sonhos do novo consumidor. Se os gostos dele mudou, porque deve continuar comprando a lá século passado? Não faz sentido. Por isso, se você faz parte do grupo de pessoas que nos questionou o potencial do e-commerce nesse momento de crise, o que temos a dizer é: avance. Confie no seu trabalho, confie nas vantagens das plataformas digitais e avance. Faça bem feito, invista de forma inteligente e avance. Conte com a Yebo. Vantagens competitivas do e-commerce diante das lojas físicas

 
A acessibilidade Graças à tecnologia responsiva, os e-commerces se tornaram ainda mais acessíveis, visto que a população brasileira – e mundial – está trocando os desktops pelos smartphones. Gostou de um produto no Instagram? Clicou no link, acessou o site, escolheu, pagou, comprou, voilá! Sem crise, sem trânsito, sem tempo perdido.
 
As vantagens exclusivas É claro que a concorrência no ambiente digital é muito maior e os empresários do ramo sabem disso. Por isso, para atrair cada vez mais clientes, eles criam vantagens exclusivas, que os tornam melhores que seus concorrentes ou ao menos mais competitivos. Diferente das lojas físicas, que dificilmente saem do tradicional marketing de varejo, as virtuais inovam, pensam fora da caixa e colocam em prática vantagens que fazem com que seus clientes se sintam únicos.
 
Programas de fidelidade Atrair o cliente é o primeiro passo, mas é preciso dar o segundo. E qual é? A fidelização. O e-commerce é o ambiente perfeito para essa função, pois é fácil “amarrar” a ele várias outras estratégias, como clubes de vantagens, disparos de e-mails, campanhas em redes sociais, inbound marketing e todos os outros tipos de interação possíveis, que só o digital possibilita com tanta facilidade, rapidez e segmentação.
 
A variedade A velocidade com que nascem novos produtos, possibilidades e serviços na internet é surreal. A variedade de concorrentes, de opções e de projetos inovadores, faz com que os usuários sintam-se naturalmente atraídos. O ambiente permite criar e inovar, de acordo com o público alvo e, acredite: sempre existe público para um produto. Muitas vezes, quanto mais inovador, mais target o e-commerce conquista.
 
A usabilidade Saia de casa para ir até o shopping. Abasteça o carro. Enfrente o trânsito. Procure uma vaga. Aguarde vagar um provador. Boa sorte na fila do caixa. Repita isso três vezes. Ah, e não se esqueça do trânsito ao ir embora. Só de narrar a situação, me sinto exausto. A usabilidade das lojas virtuais (leia-se usabilidade mesmo, bem aplicada, pensada 100% no usuário) é o carro chefe do e-commerce. Afinal, quem hoje tem tempo de sobra para viver o cenário citado acima, ao menos uma vez na semana? E disposição? Vontade então, nem se fale. Tempo é dinheiro, é vida, é riqueza. Para que desperdiçar nesse martírio, se é possível fazer tudo isso sem sair de casa, com poucos cliques e de onde quisermos?
 
Experiência Um e-mail marketing que te chama pelo nome. Anúncios que mostram exatamente os produtos pelos quais você buscou. Respostas em tempo real na sua rede social preferida. Isso é experiência. Isso é valor agregado. Isso é tratar bem o cliente. Afinal, não é em todas as lojas físicas que ele entrará e será chamado pelo nome, seus desejos serão atendidos e seus gostos entendidos. Mas nas lojas virtuais, isso é mais do que possível, isso é necessário. O faça, pois seus concorrentes farão.
 
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Vitória aos pequenos do comércio eletrônico

Empresas enquadradas no Simples Nacional não terão que arcar 
com as novas regras do ICMS Como falamos neste post, novas regras de ICMS para e-commerce estavam assombrando os empresários, principalmente os de pequeno e médio porte. As mudanças implicariam em ajustes que iriam desde a metodologia de trabalho, a procedimentos e cobranças.

Empresas enquadradas no Simples Nacional não terão que arcar 
com as novas regras do ICMS Como falamos neste post, novas regras de ICMS para e-commerce estavam assombrando os empresários, principalmente os de pequeno e médio porte. As mudanças implicariam em ajustes que iriam desde a metodologia de trabalho, a procedimentos e cobranças. Alguns empresários do ramo de informática chegaram a relatar aumentos de até 40% sob o valor do produto, para que pudessem arcar com o novo imposto. Porém, após milhares de reclamações e protestos, o Supremo Tribunal Federal suspendeu a medida, considerando-a imprópria. Se a mudança permanecesse vigente, impactaria no fechamento de centenas de empresas e no aumento das taxas de desemprego. Ou seja: uma catástrofe. O que fica de tudo isso é a súplica de que essa ideia seja de uma vez por todas esquecida. E o mais importante: nós temos voz. A cada nova cobrança indevida, mudança ou ajuste hilário, fale! Lute. Imponha-se. Mostre quão importante o seu negócio é para você e para o país. Não deixe que estraguem o comércio eletrônico. Você conhece YEBO API e-Commerce? http://yebo.com.br/comercial/apresentacao2016.pdf  Captura de Tela 2016-02-18 às 13.53.23  

Convênio 93, o ICMS do E-commerce

Convênio 93, o ICMS do E-commerce O bicho de sete cabeças que já está assombrando muitos players 

  Já que no Brasil o ano só começa após o carnaval, é oficial: não começamos com boas notícias no universo do e-commerce. Aprovado em setembro de 2015 pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), o Convênio 93 prega que as empresas devem ajustar o layout de suas notas fiscais e de outros procedimentos tributários (sob pena de interromper as operações das lojas virtuais que não cumprirem com a determinação). Com a aplicação do Convênio ICMS, alguns impactos poderão ser vistos na rotina operacional de e-commerce.  

Mas afinal, o que é o Convênio ICMS?

  • Se antes os parâmetros tributários eram voltados às alíquotas internas dos produtos do Estado de origem, agora devem ser adaptados para as alíquotas interestaduais e para as internas dos Estados de destino. • As empresas precisarão ampliar a estrutura fiscal interna para que consigam mapear sistematicamente os tributos de todos os Estados aos quais realizam vendas.  

E o que muda pra os e-commerce com a aplicação do Convênio? 

  • Haverá aumento da carga tributária em operações de determinados produtos. • As operações logísticas deverão ser adaptadas e a estrutura fiscal interna ampliada. • Poderão ocorrer possíveis acúmulos de créditos e dificuldades para recuperá-los, pois cada Estado impõe suas próprias regras. • Será necessário obter várias inscrições estaduais.   O E-commerce Brasil, que está fazendo uma campanha contra o Convênio, entrevistou José Aparecido, do E-commerce Magazine Luíza e nós gostaríamos de destacar um trecho da entrevista em que José foi questionado a respeito do curto prazo que os players tem para se adequar à determinação.   “Este é um grande desafio que foi colocado de forma desproporcional às empresas. A medida por si só não é ruim, a intenção de por fim à Guerra Fiscal, de fazer justiça repartindo o ICMS destas operações, é justa e muito boa, mas o prazo de implantação é muito exíguo. O CONFAZ teve mais de ano para fazer esta regulamentação, e agora o fez às pressas, inclusive com intuito arrecadatório, e muitas empresas terão sérias dificuldades, principalmente, em adaptarem seus sistemas operacionais. Receio que algumas não consigam.”   O Yebo é contra a implantação do ICMS, pois acreditamos que a medida, além de ter sido aplicada sem tempo hábil para adaptação, já está se tornando cara e complexa. O Convênio 93 é uma guilhotina para micro e médias empresas e que irá afetar diretamente a livre concorrência com grandes lojas virtuais.   Você conhece YEBO API e-Commerce? http://yebo.com.br/comercial/apresentacao2016.pdf 

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Scrum - Retrospectiva: Starfish

Um dos principais objetivos de um projeto de TI é feedback, não só o sistema, mas também o próprio processo de desenvolvimento ou implementação; uma força-tarefa que prospera em seus sucessos e fracassos é uma equipe que melhora continuamente ...

 
Um dos principais objetivos de um projeto de TI é feedback, não só o sistema, mas também o próprio processo de desenvolvimento ou implementação; uma força-tarefa que prospera em seus sucessos e fracassos é uma equipe que melhora continuamente. Uma ferramenta útil para retrospectivas, feedback e melhoria contínua é aquela que decorre da Scrum, a Retrospectiva Starfish (Starfish Retrospective).
 
Retrospectiva Starfish é dividir um quadro-negro em 5 partes iguais ou categorias que contêm sugestões de membros individuais da Task Force com o objectivo de melhorar a experiência de trabalho.
 
Em minha opinião, esta abordagem tem três grandes virtudes, por um lado, é gráfico, que, fáceis de interpretar e entender, o ser humano é principalmente visual (o que uma imagem vale mais que mil palavras 'não é apenas um capricho); Por outro lado, a dividir retrospectiva em 5 alternativas, modelo perfeito binário de vantagens ou desvantagens. No modelo binário, muitas vezes, uma alternativa não está excluída por não estar completamente certo de que é ruim, ou não começar a usar algum outro não ter certeza de que será benéfico; se reduzirmos as alternativas para "servir" ou "sem uso" decisões dificultamos nos casos em que surgem dúvidas. A estrela do mar retrospectiva permite alternativas de acompanhamento mais longo e colocar o foco sobre as alternativas dúbias que representam a sua evolução nas diferentes instâncias da estrela. Terceiro, é uma maneira muito interessante para motivar as pessoas a propor ações corretivas em vez de simplesmente dizer que algo não é útil.
 
Vamos descrever sucintamente cada uma das categorias:
 
• Comece a fazer, é a categoria correspondente às inovações é a instância em que a equipe ou os gestores de propor novas idéias, seja porque as coisas não estão indo muito bem, porque você pode melhorar ou apenas para manter o espírito de boa equipamentos de alta. Você também pode propor mudanças na metodologia, ferramentas que simplificam o trabalho, novas estratégias corporativas ou táticas, mudanças de horários, frequência das reuniões, novas habilidades, etc.
 
• Over, isso é um 'começar a fazer' exemplo, qualquer inovação que tem sido bem sucedida na sua fase inicial deve ser aumentada, mas também pode acontecer de ter passado uma tarefa de "continuar fazendo ', por exemplo' menos do que ' Provou-se ser uma decisão errada e, em seguida, aumentada; ou um que foi categorizado como "continuar fazendo 'tornou-se mais importante para uma mudança de contexto.
 
• Manter a fazer é entrar no palco para atividades que são bem entrincheirados, que são produtivas e são equilibradas; Os membros da equipe deve incluir, neste caso, todas essas atividades, tecnologias, ferramentas e metodologias que são comprovadamente boa para o projeto e não requerem mais atenção.
 
• Menos de, aqui as práticas que não atendeu às expectativas, aqueles dos quais não se tem certeza de que tem que ignorá-los e fingir para colocar o foco sobre eles, quer para refinar, substituí-los por estadia semelhante ou descartá-las numa próxima reunião. Eles também pode provir de uma "mais" que não resultou numa melhoria significativa.
 
• Pare de fazer corresponde a actividades que não estavam sendo produtivo, eles não conseguiram agregar valor suficiente para o processo ou simplesmente aqueles que serão substituídos por outros mais eficientes. Também pode acontecer que eles são atividades que tenham cumprido seu ciclo de vida ou alterados no contexto do projecto para o qual foram úteis.
 
Enquanto Starfish retrospectiva foi criado pelo Scrum para projetos de software, é útil para feedback sobre qualquer tipo de projeto e eu quero dizer para projetar como qualquer conjunto de atividades ou práticas realizadas no negócio em um intervalo de tempo definido; pode até ser útil para redefinir ou reorientar os objectivos ou a estratégia de toda a empresa ou instituição.
 
Finalmente, para o Retrospective é eficaz, as reuniões de revisão deve ser realizada em uma base semanal para mensal, dependendo da dinâmica do projeto estamos avaliando, não se esqueça que ele não deve realizar tarefas improdutivas ou desnecessários por um longo tempo ou protelar a implementação de melhorias que podem reduzir o tempo, esforço ou custo.
 
Quer trabalhar conosco? Precisamos de um profissional disposto a aprender coisas novas. Se você gosta de codificar e se diverte trabalhando com frameworks, mata no peito os padrões web é você que gostaríamos de ter na equipe. É preciso amar Javascript. Será diferencial a experiência com Ruby on Rails, Python ou Node.js. rh@azclick.com.br
 
Referencia: http://maypun.blogspot.com.br/2011/04/retrospectiva-estrella-de-mar.html Yebo API e-Commerce - Nós fornecemos as incríveis APIs.

Coding Dojo – O Que é ? E Como Participar ?

Para quem não conhece, Coding dojo não se refere a um framework de linguagem ou a uma sessão de treinos do Bruce Lee. Coding Dojo é simplesmente uma reunião de programadores para treinar e aperfeiçoar seus talentos com algoritmos. Uma reunião para resolver um algoritmo. Estas reuniões estão sendo cada vez mais frequentes no Brasil e no mundo. Veja abaixo porque isso está acontecendo e porque elas são interessantes.

 
Porque participar?
 
Os Dojos de programação foram criados para desafiar programadores com algoritmos complexos, diferente de algumas empresas ou trabalhos onde você acostuma com as lógicas e regras de negócio e com o tempo acaba apenas replicando aquilo onde você teve que pensar uma única vez.
 
Ele leva esse nome por ser baseado nos Dojos de artes marciais, onde no tatâme é feito um círculo e enquanto dois lutadores aprendem na prática, os demais aprendem olhando. Nos dojos de programação a idéia é a mesma, enquanto duas pessoas estão codificando na máquina as demais aprendem olhando o raciocínio e o caminho que essas pessoas estão seguindo.
 
É muito importante ressaltar que os dojos não são competições de quem programa melhor ou de quem resolve problemas mais rápidos. O espírito da coisa toda é ser colaborativo e se divertir. E claro aprender.
 
Em que linguagem é programado e quais são os problemas propostos?
 
Há Dojos de vários tipos e maneiras por aí. Algumas empresas estão montando Dojos internos para seus funcionários, nesses casos sempre seguindo a linguagem de desenvolvimento usada na empresa.
 
Outros Dojos específicos estão por aí, como de Java, Rails e etc.
 
Mas onde há programadores de várias linguagens, pode se decidir no dia do Dojo que linguagem utilizar, desde que tenha um especialista da linguagem presente para evitar maiores impasses do tipo “como faz um if aqui?”. Isso é bom para você se desligar daquela linguagem que você trabalha todo dia e olhar para alguma sintaxe diferente um pouco.
 
Os problemas de lógica são propostos por colaboradores de todo o mundo. Você pode ver alguns exemplo no Dojo Puzzles. Os problemas devem ser escolhidos minutos antes de começar o Dojo, evitando que ao escolher um dia ou dois antes, você começe a resolver o desafio na sua cabeça sem perceber.
 
Como funciona?
 
Cada dojo pode ter suas regras específicas de tempo ou funcionamento. Mas no geral eles seguem as seguintes premissas:
 
Programação baseada em testes
 
Antes de ser escrito uma implementação de código é escrito um teste. Isso é programação baseada em testes. TDD (Test-Driven Development). Se você não conhece ou não imagina como é testar um resultado de uma função que ainda não foi criada, o Dojo pode ser uma forma de você se iniciar nessa metodologia e ver quais as vantagens ou desvantagens dela.
 
Passos de bebê
 
Quando um bebê está aprendendo a caminhar ele não arrisca dar passos grandes por aí. No Dojo acontece da mesma forma. O código vai saindo devagar, ajudando para que todos estejam entendendo o que está acontecendo e que rumo tudo está tomando. Sempre que alguém não estiver entendendo o que está acontecendo, esse tem o direito de perguntar e se encaixar nos trilhos novamente.
 
Pair Programming – Programação em duplas
 
A programação é feita em dupla. Um piloto e um co-piloto. O piloto, obviamente, coloca a mão na massa, digitando e identando código e testes. O co-piloto palpita ajuda olhando e apontando onde pode melhorar, o que está errado, etc. Quando esse piloto volta para a platéia após alguns minutos, o co-piloto se torna piloto e alguém da platéia vem para ajudá-lo no papel de co-piloto. E assim segue.
 
Fases
 
Quando piloto e co-piloto estão sem idéias de como resolver o problema, é liberado que a platéia interaja e opine a respeito do código. Para demais casos há fases onde a platéia pode opinar ou não. Quem dita essas fases são os testes. Quando algum teste não estiver passando, não estiver dando um resultado correto, a dupla deve se concentrar em corrigir isso. Nessa fase a platéia não deve opinar, a menos que seja pedido. Quando os testes estão passando e tudo está ok, é liberado que a platéia de opiniões e sugestões para o piloto e co-piloto.
 
Onde Acontece?
 
Os Dojos tem se espalhado por toda parte e com certeza há um perto de você. O Codingdojo.org traz uma listagem de Dojos pelo mundo que você pode conferir clicando aqui. Outra fonte de pesquisa, claro, é o google. Pesquisando por Coding Dojo + o nome da sua cidade com certeza irá pintar alguma coisa.
 
Não encontrou nada?
 
Ao Invés de reclamar que sua cidade é fraca e não tem nada, porque você não monta um grupo de dojo e chama seus conhecidos? Então é isso pessoal. Quer se aperfeiçoar? Conhecer novas pessoas? Participar de um grupo bacana? Procure e participe dos Dojos.
 
Quer trabalhar conosco?
 
Precisamos de um profissional disposto a aprender coisas novas. Se você gosta de codificar e se diverte trabalhando com frameworks, mata no peito os padrões web é você que gostaríamos de ter na equipe. É preciso amar Javascript. Será diferencial a experiência com Ruby on Rails, Python ou Node.js. rh@azclick.com.br Referencia: http://flaviosilveira.com/2011/coding-dojo-o-que-e-e-como-participar/ Yebo API e-Commerce - Nós fornecemos as incríveis APIs.

O ICMS no e-commerce a partir de janeiro de 2016

Como já era esperado após a aprovação da PEC 197/2012, que deu origem a Emenda Constitucional 87/2015, o CONFAZ em reunião extraordinária aprovou o Convênio ICMS 93 no dia 17 de setembro de 2015, que foi publicado em Diário oficial no dia 21 de setembro, tornando-se obrigatório a partir de 01/2016.

O texto do CONFAZ esclareceu diversos pontos que estavam obscuros na Emenda Constitucional 87/2015, mas também trouxe diversas outras dúvidas principalmente para o setor de E-commerce.

 
Leia também:
 
Assista a entrevista com Guilherme Afif, Presidente do Sebrae Carta do Sebrae e de entidades cobra simplificação no ICMS E-commerce de cervejas “fecha as portas” por causa da lei do ICMS E-Commerce Brasil cria movimento repudiando Cláusula 9 do Convênio 93
 
Agora é regra e a partir de janeiro de 2016 todos deverão aplicar a nova tributação, portanto, para venda para consumidor final não contribuinte do ICMS a alíquota de destaque em documento fiscal será a alíquota interestadual (7,00% para as Regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste, e Espirito Santo – 12% para as Regiões Sul, e Sudeste), e a diferença entre a alíquota interestadual e a alíquota interna do estado de destino deverá ser partilhada entre os estados de origem e destinatário da mercadoria na seguinte proporção:
 
2016 40% Destino 60% Origem 2017 60% Destino 40% Origem 2018 80% Destino 20% Origem A partir de 2019 100% recolhido ao estado de Destino.
 
Vale lembrar que nas vendas para contribuinte do ICMS este será o responsável em recolher a diferença entre as alíquotas do estado de origem e destinatário para o fisco local (Estado onde estiver estabelecido) sem partilhar o recolhimento, ou seja, 100% para o estado de destino.
 
No artigo anterior “O desafio do e-commerce para 2016: PEC 197 do Comércio Eletrônico” algumas perguntas foram elaboradas e nesta oportunidade na medida do possível serão esclarecidas:
 
1) A PEC fala de uma partilha do recolhimento 40% para o estado destino, e 60% para o estado de origem, como será o recolhimento para o estado de destino, e de origem, qual a guia, qual o código de recolhimento?
 
RESPOSTA: o Convênio ICMS 87/2015 estabeleceu na Clausula Quarta que o recolhimento deve ser efetuado por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE ou outro documento de arrecadação, de acordo com a legislação da unidade federada de destino, por ocasião da saída do bem ou do início da prestação de serviço, em relação a cada operação ou prestação, e que o documento de arrecadação deve mencionar o número do respectivo documento fiscal e acompanhar o trânsito do bem ou a prestação do serviço. Ainda teremos que aguardar a definição dos estados sobre qual código deverá ser aplicado.
 
2) Será criada uma nova obrigação acessória interestadual para que os recolhimentos deste ICMS sejam comprovados? Os contribuintes deverão entregar somente uma, ou vinte e sete declarações aos fiscos estaduais?
 
RESPOSTA: cláusula Oitava do Convênio ICMS 87/2015 definiu que a escrituração das operações e prestações de serviço de que trata este convênio, bem como o cumprimento das respectivas obrigações acessórias, devem ser disciplinadas em ajuste SINIEF. Significa que precisamos aguardar a definição dos estados.
 
3) Como será a apuração do ICMS no estado de origem, haverá uma nova alíquota de ICMS, ou a apropriação deverá ser feita na apuração do ICMS?
 
RESPOSTA: o ICMS fruto da aplicação da alíquota interestadual deverá ser recolhido na apuração do ICMS mensal, já o ICMS fruto da partilha entre os Estados deverá ser recolhido através de GNRE.
 
4) Como ficará a entrega da obrigação acessória estadual e do EFD ICMS, para o estado de origem? Existirão novos campos para esta apuração?
 
RESPOSTA: devemos aguardar a definição dos estados através de Ajuste SINIEF conforme instrução na Cláusula Oitava do Convênio ICMS 93/2015.
 
5) Para produtos importados seguiremos a alíquota interestadual de 4% ou a PEC 197, seguindo as alíquotas interestaduais de 7% para Norte e Nordeste e Espirito Santo, 12% para Sul e Sudeste?
 
RESPOSTA: o Convênio ICMS 93/2015 na Clausula Primeira item I b estabelece que devera ser utilizada a alíquota interestadual prevista para a operação, para o cálculo do imposto devido à unidade federada de origem; O Convênio não é claro, presume-se que para operação interestadual de produtos importados a alíquota a ser destacada será a alíquota interestadual (7% para Norte, Nordeste, Centro Oeste e Espirito Santo, e 12% para Sul e Sudeste), mas a palavra “prevista para operação” pode remeter a operação de produtos importados onde a alíquota interestadual é de 4% para produtos com similar nacional, e 7% ou 12% para produtos sem similar nacional.
 
6) Alguns Estados possuem alíquotas internas reduzidas para determinados produtos, é o caso de São Paulo que a alíquota para móveis é de 12%, qual alíquota o contribuinte deverá utilizar para o cálculo? Para operar um E-commerce ele deverá estudar a legislação de todos os estados?
 
RESPOSTA: o Convênio ICMS 93/2015 na Clausula Primeira Item I a determinou que devemos utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para calcular o ICMS total devido na operação; Portanto deverá ser utilizada a alíquota interna do estado de Destino e não a alíquota do produto. (SP 18%, RJ 19%, MG 18%, RS 17%, etc…).
 
7) Como ficará o cálculo com as mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária?
 
RESPOSTA: Para fins de cálculo de mercadorias sujeitas ao Regime de Substituição Tributária somente será recolhida a partilha do ICMS entre os estados de Origem e Destinatário da mercadoria. Idêntico ao processo de venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária para contribuintes do ICMS quando somente a diferença entre as alíquotas deve ser recolhida.
 
8) Como comprador consumidor final contribuinte do ICMS recolherá a guia a favor do estado do remetente da mercadoria?
 
RESPOSTA: O comprador contribuinte consumidor final do ICMS recolherá a GNRE em sua totalidade somente para o estado de DESTINO. Situação idêntica ao Diferencial de alíquotas recolhido na compra de produtos para uso e consumo ou ativo imobilizado em outra unidade federativa.
 
9) As empresas optantes pelo Regime do SIMPLES NACIONAL deverão seguir esta determinação?
 
RESPOSTA: Convenio ICMS 93/2015 Clausula Nona – Sim, mas recolherão apenas a parcela da partilha que diz respeito ao estado de Destino, na proporção determinada pelo Convenio.
 
EXEMPLOS PRÁTICOS:
 
01) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
 
Produto Nacional
 
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
 
Alíquota Interestadual 12%
 
Alíquota Interna RJ 19%
 
Valor da Venda R$ 1.000,00
 
Data da venda 10/01/2016
 
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
 
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
 
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ
 
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP
 
02) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
 
Produto SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
 
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
 
Alíquota Interestadual 12%
 
Alíquota Interna RJ 19%
 
Valor da Venda R$ 1.000,00
 
Data da venda 10/01/2016
 
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*0% = R$ 0,00
 
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
 
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP (Aguardar decisão estadual sobre o recolhimento)
 
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ
 
03) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
 
Produto Nacional
 
Empresa do SIMPLES NACIONAL
 
Alíquota Interestadual 12%
 
Alíquota Interna RJ 19%
 
Valor da Venda R$ 1.000,00
 
Data da venda 10/01/2016
 
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*1,25% [considerando que a empresa está na primeira faixa do
 
Anexo I da LC 123] = R$ 12,50
 
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
 
R$ 70,00*60% = R$ 0,00 ao estado de ORIGEM SP (Não devido)
 
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ
 
04) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
 
Produto IMPORTADO (Com similar Nacional)
 
Empresa do Lucro Real/Lucro Presumido
 
Alíquota Interestadual 12% (Aguardar decisão Estadual – 04% ou 12%)
 
Alíquota Interna RJ 19%
 
Valor da Venda R$ 1.000,00
 
Data da venda 10/01/2016
 
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
 
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
 
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP
 
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ
 
O Convênio ICMS 93/2015 entra em vigor em 01/2016 e algumas dúvidas ainda restam sobre a cobrança do ICMS nas vendas para consumidor final não contribuinte, os estados para não perderem o prazo nonagesimal da cobrança do ICMS promulgaram em parceria com o CONFAZ um rascunho da PEC 197, fato é que os representantes dos Estados não se entenderam e para não prorrogar a cobrança da Partilha do ICMS em janeiro de 2015 simplesmente aprovaram o CONVÊNIO e não responderam diversas perguntas chaves para o bom trabalho e planejamento dos contribuintes.
 
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